Viajar para o Chile saindo do Brasil: guia completo e atualizado
Descubra quais são os documentos necessários, regras de entrada, voos a partir do Brasil e dicas para economizar na viagem ao Chile
Entre a imponência da Cordilheira dos Andes, os vinhedos do Vale do Colchagua e o cenário quase surreal do Deserto do Atacama, o Chile se apresenta como um destino inesquecível e de fácil acesso para brasileiros.
Mas, afinal de contas, quem vai para o Chile precisa de visto? Este guia responde de forma simples o que você precisa saber para atravessar a fronteira sem dor de cabeça: regras de entrada, documentos exigidos, tipos de visto e até como gastar no país em pesos chilenos. Confira.
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Brasileiro não precisa de visto para o Chile em viagens de turismo de até 90 dias. Essa autorização, chamada de permanência transitória, permite entrar no país para lazer, visitas, negócios ou atividades não remuneradas1.
Esse prazo pode, inclusive, ser prorrogado uma única vez por mais 90 dias, desde que solicitado às autoridades locais. Mas há um detalhe importante: o período total não pode ultrapassar a validade do documento de viagem apresentado.
Apesar da isenção, a entrada não é automática. Na imigração, especialmente no caso de entrada aérea, o viajante pode ser solicitado a apresentar:
- Carteira de Identidade (RG);
- Comprovante de hospedagem;
- Passagem de saída do país;
- Recursos financeiros suficientes para a estadia.
Essas exigências fazem parte de um controle padrão e ajudam a garantir que o visitante esteja, de fato, em viagem temporária.
Uma das facilidades mais interessantes para brasileiros é que, em viagens de turismo, o Chile não exige passaporte. É possível entrar no país apenas com a carteira de identidade (RG)2.
Mas atenção aos detalhes: o documento deve estar em bom estado, ter sido emitido há menos de 10 anos, e a foto deve permitir a identificação clara do titular. Documentos como CNH, OAB ou carteiras profissionais não são aceitos, assim como certidões de nascimento também não substituem o RG.
Essa regra vale graças aos acordos entre países do Mercosul, que facilitam a circulação de turistas na região.
Entrar no Chile é relativamente simples, e organizar o dinheiro da viagem também pode ser — desde que você use as ferramentas certas.
A Wise oferece uma conta multimoeda que permite converter reais em pesos chilenos (CLP) dentro do app antes mesmo do embarque. Na prática, você pode começar a se preparar com antecedência e converter quando o câmbio estiver mais favorável.
A conta é gratuita e a conversão é feita com câmbio comercial (mais barato que o câmbio turismo) e tarifas transparentes. Aí é só solicitar o cartão internacional vinculado à conta gratuita e fazer os pagamentos de restaurantes, vinhos, atrações, compras e passeios diretamente na moeda local.
Depende do tipo de viagem. Para turismo, o passaporte não é obrigatório, o RG é suficiente, como vimos anteriormente. Entretanto, a apresentação de passaporte é obrigatória para viagens a trabalho, estudos, residência, saúde ou qualquer outro objetivo que não seja turismo.
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Para quem pretende ficar mais tempo ou desenvolver atividades específicas, o Chile oferece outras modalidades de visto. De forma geral, elas se organizam em três grandes categorias.
É a categoria que cobre o turismo e outras estadias curtas para pessoas de outros países. Permite permanência de até 90 dias, com possibilidade de extensão por mais 90. É ideal para viagens de lazer, negócios rápidos ou visitas familiares.
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Voltada para quem deseja viver no Chile por um período mais longo, geralmente de até dois anos. Inclui casos como trabalho, estudo, vínculos familiares ou projetos específicos no país. Cada subcategoria tem requisitos próprios, como contratos, matrícula em instituições ou comprovação de renda.
Após um período como residente temporário, é possível solicitar a residência definitiva, que permite viver no Chile por tempo indeterminado e exercer atividades legais no país. É o passo seguinte para quem transforma a viagem em mudança de vida.
No fim, uma estratégia financeira bem ajustada significa mais liberdade e controle financeiro. Isso pode facilmente se traduzir em mais um passeio entre vinhedos, um jantar sem culpa ou aquela uma garrafa de vinho especial.
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Fontes consultadas pela última vez em 9 de abril de 2026.
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