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Está planejando sua viagem e surgiu a dúvida: é melhor usar cartão ou dinheiro no Chile? Definir com antecedência como levar e usar seu dinheiro faz toda a diferença para evitar taxas inesperadas, aproveitar um câmbio econômico e garantir uma experiência mais tranquila durante a sua estadia no país.
Neste artigo, você vai conhecer as principais formas de pagar em peso chileno, entender as taxas e tarifas envolvidas em cada método e descobrir estratégias para viajar com mais segurança, praticidade e economia.
A única moeda oficialmente aceita no país é o Peso Chileno (CLP)1, e os pagamentos em dinheiro devem ser feitos exclusivamente nessa moeda2. Embora seja possível trocar moedas estrangeiras em casas de câmbio autorizadas, o comércio em geral opera apenas em CLP. Portanto, não há garantia de que outras moedas, como o real, serão aceitas diretamente.
Cartões internacionais de crédito e débito, especialmente Visa e MasterCard, são amplamente aceitos em hotéis, restaurantes e lojas nas áreas urbanas. Além deles, o Chile também aceita cartões American Express e Diners/Discover3, ainda que com presença um pouco menor em comparação às bandeiras mais comuns.
Mesmo assim, é recomendável levar notas pequenas em CLP, pois é comum que feiras, pequenos comércios, transporte local e gorjetas costumam aceitar somente dinheiro, principalmente fora dos grandes centros urbanos.
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Uma alternativa mais vantajosa para levar dinheiro ao Chile é utilizar cartões internacionais associados a contas globais. Com a Wise, por exemplo, pagamentos e saques são feitos com base no câmbio comercial, sem margem de lucro4, o que costuma ser bem mais econômico do que o câmbio turismo. O IOF também é menor, e você ainda pode converter reais para pesos chilenos, evitando conversões intermediárias que elevam o custo final.
Já o uso de dinheiro em espécie costuma sair mais caro. Ao comprar pesos chilenos no Brasil, a conversão é feita pelo câmbio turismo, geralmente mais alto. Trocar dinheiro diretamente no Chile pode ser uma opção, mas as taxas variam bastante entre as casas de câmbio, o que exige tempo e pesquisa para encontrar condições melhores.
O cartão de crédito internacional, por sua vez, tende a ser a alternativa menos econômica. Além do IOF de 3,5%5, as compras são convertidas pela cotação do fechamento da fatura, e não no momento da compra, o que expõe o viajante às variações do câmbio. Para completar, muitos emissores ainda aplicam um spread adicional, aumentando ainda mais o valor pago.

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Para quem não quer viajar carregando muito dinheiro em espécie, sacar pesos chilenos diretamente nos caixas eletrônicos do Chile pode ser uma boa alternativa. Cartões internacionais emitidos no Brasil, sobretudo os vinculados a contas globais, costumam ser aceitos sem problemas nos bancos locais e, em muitos casos, oferecem um custo mais vantajoso do que comprar a moeda ainda no Brasil.
Contudo, antes de embarcar, é importante verificar se o cartão está liberado para uso no exterior e para saques internacionais. Cada saque pode gerar diferentes cobranças, como tarifa fixa por retirada, percentual sobre o valor sacado, taxa do banco chileno (ATM fee) e, em alguns casos, custo adicional pela conversão da moeda.
Por isso, sempre confira as informações exibidas na tela do caixa eletrônico e opte por sacar em pesos chilenos (CLP), recusando a conversão automática oferecida pelo ATM, que costuma ter taxas menos favoráveis.
Por segurança, dê preferência a caixas eletrônicos localizados em lugares movimentados, como agências bancárias, shoppings ou aeroportos. Evite áreas isoladas, saque apenas o valor necessário para o dia a dia e procure não carregar grandes quantias ou notas de valor elevado.
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Ao realizar pagamentos com cartão no Chile, o ideal é sempre escolher a opção de cobrança em pesos chilenos (CLP). Quando o estabelecimento oferece pagar em reais (BRL), por exemplo, ativa o DCC (Dynamic Currency Conversion), um sistema em que a conversão da moeda é feita automaticamente pelo próprio terminal de pagamento ou pela empresa responsável pela maquininha.
Embora pareça mais prático, o DCC geralmente utiliza um câmbio menos favorável do que o aplicado pelo banco ou pela instituição emissora do cartão. Além disso, essa conversão costuma embutir taxas adicionais que nem sempre ficam claras no momento da compra. Na prática, isso pode deixar a despesa final significativamente mais cara.
Já ao optar por pagar em CLP, a conversão passa a ser feita pelo seu banco, fintech ou conta global, que normalmente utiliza o câmbio comercial e apresenta mais transparência nas taxas cobradas. Essa escolha simples ajuda a reduzir custos, evitar surpresas na fatura e manter maior controle sobre o valor real gasto durante a viagem.
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Para viajar pelo Chile com mais praticidade, economia e segurança, uma das melhores escolhas é usar o cartão de débito internacional da Wise, complementando apenas com um pequeno valor em dinheiro para imprevistos. Diferentemente dos cartões de crédito tradicionais, que costumam cobrar tarifas mais altas e incluir margem de lucro sobre o câmbio, a Wise utiliza a taxa de câmbio média do mercado e pratica custos mais baixos e transparentes.

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Com a conta multimoeda da Wise, você pode manter e converter saldo em pesos chilenos e em mais de 40 outras moedas, tudo em um único lugar. O cartão de débito é aceito em mais de 150 países e permite fazer compras, pagamentos e saques diretamente na moeda local, evitando conversões desnecessárias e reduzindo o custo das transações durante a viagem.
Na prática, isso significa usar o cartão Wise para a maior parte das despesas em CLP, como restaurantes, hotéis e lojas, e deixar o dinheiro em espécie apenas para situações pontuais, como pequenos estabelecimentos, transporte público ou locais que não aceitam cartão. Assim, você ganha mais controle sobre os gastos e aproveita melhor o seu dinheiro ao longo da viagem.
Para aproveitar todas as vantagens do cartão da plataforma, acesse o site e crie a sua conta gratuita em poucos minutos!
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Fontes consultadas neste artigo:
Fontes checadas pela última vez em 09 de dezembro de 2025
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