Como declarar envio de dinheiro ao exterior: tudo o que você precisa saber
Entenda um pouco mais sobre os casos em que há tributação e como declarar remessas ao exterior no Imposto de Renda
Quem já precisou enviar ou receber dinheiro do exterior sabe: basta um número errado para transformar uma transferência internacional em dor de cabeça.
Códigos bancários, siglas e regras que variam conforme o país fazem parte desse pacote de complexidade. Se você é cliente Santander, é justamente esse cenário que provavelmente trouxe você até aqui.
Neste artigo, você vai entender quais são os principais códigos usados e qual é o código do Banco Santander para transferência internacional, além de aprender onde encontrar essas informações e como evitar erros comuns.
Transferências internacionais atravessam países, sistemas regulatórios, moedas diferentes e, muitas vezes, instituições intermediárias conhecidas como bancos correspondentes.
Sem um padrão global de identificação, cada transferência dependeria de validações manuais. Os códigos bancários criam uma linguagem comum entre instituições financeiras ao redor do mundo e possibilitam:
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Uma das maiores fontes de confusão para quem faz uma remessa internacional é imaginar que existe apenas um tipo de código bancário. Na realidade, diferentes códigos cumprem funções diferentes, e sua exigência varia conforme o país, o banco e a moeda da operação.
Chamado de código SWIFT1, também conhecido como BIC (Bank Identifier Code)2, é o pilar das transferências internacionais tradicionais. Ele identifica de forma única cada instituição financeira dentro da rede SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication).
O código SWIFT possui entre 8 e 11 caracteres e carrega informações essenciais: o banco, país, localização e agência (quando aplicável).
É esse código que garante que o dinheiro enviado atravesse fronteiras e chegue exatamente ao banco de destino.
O IBAN (International Bank Account Number) identifica a conta bancária específica do beneficiário3. Pode ter até 34 caracteres e é amplamente utilizado na Europa e em diversos outros países.
No Brasil, o Banco Central regulamentou o uso do IBAN em 2013 para transferências internacionais recebidas4. Desde então, instituições financeiras passaram a fornecer o código aos clientes sempre que solicitado.
Nem todos os países adotam o IBAN. Por isso, ainda existem códigos locais que cumprem papel semelhante dentro de sistemas nacionais.

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Apesar de frequentemente confundidos, esses códigos não são intercambiáveis. Cada um cumpre uma função específica dentro do sistema financeiro internacional.
Em muitas transferências, eles são complementares. Informar apenas um, quando o outro é exigido, pode atrasar ou até inviabilizar a operação.
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É hora de ir direto ao ponto que mais interessa ao leitor: o código de transferência internacional do Santander.
Com base em informações divulgadas, o código SWIFT do Banco Santander (Brasil) S.A. é: BSCHBRSP8.
Esse é o principal código de banco do Santander utilizado para identificar a instituição em transferências internacionais recebidas no Brasil.
Vale destacar que o Banco Santander não opera com um único código SWIFT no mundo. Como se trata de um grupo financeiro global, o Santander possui códigos SWIFT distintos para cada país.
Sim. O Santander recomenda informar o IBAN ao receber uma ordem de pagamento do exterior. Isso permite que a transferência entre em um fluxo automatizado, reduzindo prazos e riscos operacionais.
O cliente pode consultar o IBAN diretamente no Internet Banking, no aplicativo ou com o gerente, tanto para pessoa física quanto jurídica.
Além do código do Santander, é comum que na hora de uma transferência internacional o banco estrangeiro peça outros dados como:
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O código de transferência internacional Santander necessário para uma transação pode ser consultado pelo aplicativo do banco; Internet Banking; atendimento ao cliente ou gerente.
O cliente pessoa física que está em busca do código IBAN, por exemplo, para receber uma transferência na conta Santander deve seguir o seguinte caminho:
Quando um código está incorreto, a transferência pode ser devolvida, ficar retida para análise ou gerar tarifas adicionais9.
Em casos mais delicados, o valor pode ser enviado ao banco errado, exigindo processos longos de rastreamento e recuperação. Por isso, conferir os dados antes de concluir a operação é uma proteção financeira.
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Para quem já enfrentou formulários extensos, códigos que mudam conforme a moeda e aquela sensação constante de dúvida ao fazer uma transferência internacional, o surgimento de plataformas como a Wise é um alívio.
A proposta é simples: reduzir a complexidade de um sistema historicamente burocrático. Imagine alguém que precise enviar 1.000 euros (EUR) para o Brasil.
Na Wise, o usuário informa o valor, escolhe como pagar cartão de débito, crédito ou transferência bancária e, antes mesmo de confirmar a operação, visualiza a taxa de câmbio aplicada e o valor exato que o beneficiário receberá em reais.

A transparência é central nesse modelo. Diferentemente das transferências bancárias tradicionais, em que o câmbio pode variar ao longo do processo, a Wise trava a taxa no momento da operação.
Esse mesmo fluxo se repete para mais de 140 países e territórios, independentemente da moeda.
Além disso, a plataforma permite ativar dados bancários locais em diferentes moedas, como se o usuário tivesse contas em vários países ao mesmo tempo de reais, euros e libras a dólares, francos suíços e ienes.
Com tarifas a partir de 0,1% e transferências que frequentemente chegam em segundos, a Wise se consolida como uma alternativa prática, econômica e eficiente. Em um mundo financeiro cada vez mais global, a simplicidade virou estratégia.
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Fontes consultadas neste artigo:
Fontes consultadas pela última vez em 31 de janeiro de 2026
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