Holanda: Cartão ou Dinheiro? O que é mais aceito e econômico para brasileiros
É comum pagar com cartão na Holanda, mas também vale ter dinheiro. Entenda qual o melhor método de pagamento e como reduzir custos na conversão de moedas
A Holanda está no radar dos turistas brasileiros. Nos últimos anos as buscas por passagens para o país aumentou, parte porque o país é uma das principais portas de entrada da Europa com ótima conexão com outros países, parte pelo seu grande apelo cultural que permite desfrutar de uma viagem mais autêntica explorando as cidades de bicicleta pelas famosas ciclovias, aproveitando os cafés a beira dos canais ou curtindo passeios de barco ou trem para observar a arquitetura histórica e paisagens naturais do país.
Se o país está na sua lista de interesses ou viagens marcadas, veja neste artigo se brasileiros precisam de visto para entrar na Holanda, se é necessário fazer seguro viagem para visitar o país, quanto dinheiro levar e algumas dicas práticas mostrando como a Wise pode te ajudar a economizar nesta viagem.
Turistas brasileiros não precisam de visto para entrar na Holanda. A Holanda (ou Países Baixos) faz parte do Espaço Schengen, e por isso segue a mesma regra de prazo máximo de estadia de até 90 dias de permanência dentro de um período de 180 dias.
Caso não se trate de uma viagem de turismo, é necessário obter visto antes da entrada nos Países Baixos, seja para residência temporária, permanente, trabalho ou estudos. Esses vistos devem ser solicitados fora do território neerlandês, nos Consulados ou Embaixadas do país.
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Entre os documentos necessários para visitar a Holanda, estão:
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil recomenda que o cidadão brasileiro viaje sempre com os documentos de sua estadia impressos e em mãos, e não dependa de poder obtê-los por via eletrônica, já que pode não contar com internet na imigração e nem poderá acessar sua bagagem despachada.
Os aeroportos do Espaço Schengen agora contam também com o EES (Entry/Exit System), que funciona como um banco de dados central digital onde ficam armazenados os dados de entrada e saída de todos os viajantes de fora da União Europeia. O EES também registra dados biométricos (fotografias faciais e impressões digitais) e substitui os carimbos no passaporte. Ao entrar em um país onde o sistema já está operando normalmente, você encontrará totens de auto atendimento onde seguirá os seguintes passos:
O sistema gravará então, digitalmente, a data e o local da sua entrada. Ao sair e passar novamente por um totem, o sistema registrará a saída, fazendo o controle automático de permanência.
Há ainda a previsão de implementação do ETIAS no último trimestre de 2026. O ETIAS (European Travel Information and Authorisation System) é uma autorização eletrônica de viagem e, quando for implementado, será necessário solicitar e obter a autorização antes do embarque, mesmo para viagens de curta duração ao Espaço Schengen. O ETIAS terá validade de 3 anos e custo de 20 euros, e o processo pode levar até 30 dias para ser avaliado e liberado, por isso deverá ser feito com antecedência considerável à sua viagem. Ainda não há data definida para implementação desta nova obrigatoriedade, mas se sua viagem está programada para o fim deste ano, vale a pena ficar atento à novidade.

Não. Brasileiros podem ingressar em países do Espaço Schengen sem necessidade de visto, mas o passaporte deve estar válido por mais três meses a partir da data prevista para a saída do Espaço Schengen. Como o período máximo de estadia é de 90 dias, seu passaporte deve ter validade mínima de 6 meses na data do seu embarque.
Para circular entre os países do Acordo de Schengen, não é necessário apresentar novamente o passaporte nas fronteiras.
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Um dos documentos necessários para a entrada nos Países Baixos é o comprovante de titularidade de seguro viagem, pois uma das regras do Espaço Schengen para a entrada de turistas é a apresentação de um seguro viagem com cobertura mínima de € 30.000 para despesas médicas, hospitalares e repatriação. O seguro viagem para Holanda, ou Seguro Europa como é mais conhecido, deve incluir:
Se o agente migratório solicitar o comprovante e o turista não tiver certificado ou carta de cobertura do seguro para apresentar, poderá ter a sua entrada na Holanda recusada.
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Existem voos diretos entre Brasil e Holanda, com duração média de 12 horas, o que é considerado um voo relativamente curto para um trecho entre América do Sul e Europa. Os voos diretos do Brasil para a Holanda se concentram no Amsterdam Airport Schiphol (AMS), um dos principais do país, e a maioria deles são operados pela companhia aérea KLM.
Os voos sem escalas normalmente partem de São Paulo, mas também há opções saindo do Rio de Janeiro e há ainda a opção de fazer conexão em Lisboa com a TAP Air Portugal ou em Madri com a Iberia. Quanto aos preços, podem variar muito de acordo com a temporada escolhida para a viagem, a antecedência que as passagens são compradas e até mesmo a demanda do voo. O indicado é monitorar com certa antecedência e ficar atento às promoções das companhias aéreas para encontrar opções mais econômicas.
O valor mínimo que deve ser apresentado na imigração para entrar na Holanda é de ao menos € 55,00 por dia de permanência no país, mas não há necessidade de levar dinheiro em espécie. São aceitos como comprovação financeira extratos bancários, saldo em conta internacional, cartões de crédito com limite disponível etc. Além disso, a Holanda é um país extremamente digital, e há estabelecimentos que sequer aceitam dinheiro vivo. Os cartões são amplamente aceitos e, mesmo se houver a necessidade de dinheiro em espécie, há grande disponibilidade de caixas eletrônicos para saques.
Quanto ao valor máximo permitido para visitar a Holanda, não há limite. A única coisa que muda é a obrigação de declarar esses valores. Se tiver transportando mais de € 10.000 em espécie ou o equivalente em outra moeda, é necessário fazer a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV) junto à Receita Federal antes do embarque, ainda no Brasil, e novamente às autoridades aduaneiras da União Europeia ao pousar no país. Lembre-se também que viajar transportando grandes quantias em dinheiro não é muito seguro pois aumenta os riscos de furtos ou perdas.
A Holanda tem transporte público excelente e integrado com o sistema OVpay, onde você pode usar cartões das bandeiras Visa, Mastercard ou até carteiras digitais para utilizar o metrô, trens ou ônibus, sem necessidade de comprar passes ou cartões locais. Além disso, as cidades são bem conectadas, com muitas ciclovias e é possível explorar muito a pé ou com bicicleta alugada. Isso gera uma economia considerável com táxi ou Uber e você pode usar seu cartão Wise para se locomover como um local.

Outra forma de economizar no país é aproveitar para converter reais para euros antecipadamente quando a cotação estiver boa, evitando grandes oscilações da taxa de câmbio. Com a conta global Wise você pode cadastrar um alerta para quando o câmbio estiver favorável e manter seu saldo em euros e outras 40 moedas, além de utilizar seu cartão internacional Wise para fazer pagamentos e saques em até 160 países, incluindo a Holanda. Assim você gasta menos na conversão do dinheiro, paga diretamente em euros e evita a DCC.
Além disso, você pode ativar o Rende+ na sua conta. Com essa ferramenta, além de investir, você também converte reais para outras moedas via investimento, o que reduz o IOF para apenas 1,1%, bem abaixo dos 3,5% aplicados em compras internacionais feitas com cartões tradicionais.
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Há crenças sobre algumas regras do país que podem causar confusões ou surpreender brasileiros, especialmente quanto à legalização da maconha. Um bom guia de viagem Holanda deve informar que, na prática, o país tem política de tolerância para consumo e venda apenas em estabelecimentos autorizados, não sendo legalizada de maneira irrestrita.
Há outras situações que podem gerar multas e prejuízos, como atravessar a rua fora da faixa ou em sinal vermelho, por exemplo, ou fazer fotos de profissionais nas vitrines no Red Light District. Portanto, é altamente recomendável buscar informações sobre leis e costumes locais para evitar problemas. Ainda assim, podem acontecer imprevistos. Esses são alguns contatos que podem fazer a diferença em casos de emergência:
É importante salvar também o número para acionar o seguro viagem, contato do hotel onde está hospedado e algum contato de emergência no Brasil.
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Fontes consultadas neste artigo:
Fontes consultadas pela última vez em 15 de junho de 2026
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