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Viajar para o exterior sem precisar de passaporte é uma possibilidade real para brasileiros — e pode ser um bom ponto de partida para quem está em busca de um destino internacional mais acessível. Graças a um acordo do Mercosul, há atualmente oito países¹ onde isso é possível — de praias caribenhas na Colômbia às ruínas de Machu Picchu no Peru.
Neste artigo, você encontra a lista atualizada de países para viajar sem passaporte; os documentos que são aceitos (e os que não são aceitos) para entrar nesses países; além de outros requisitos que podem ser necessários, como vacinas e seguro viagem.
Você vai entender também como é possível economizar em cada um desses destinos usando a Wise — pagando diretamente na moeda local com câmbio justo e tarifas reduzidas.
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Há atualmente oito destinos na América do Sul para onde é possível viajar sem passaporte — ou seja, apenas com o RG ou a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Isso se deve a um acordo firmado entre alguns países e Estados Associados do Mercosul, que dispensa o uso do passaporte para seus cidadãos em viagens a turismo.¹ Veja a lista completa a seguir:
| País | Capital | Moeda | Destinos em destaque |
|---|---|---|---|
| Argentina | Buenos Aires | Peso argentino (ARS) | Buenos Aires / Bariloche |
| Uruguai | Montevidéu | Peso uruguaio (UYU) | Punta del Este / Colônia do Sacramento |
| Paraguai | Assunção | Guarani (PYG) | Ciudad del Este |
| Bolívia | La Paz | Boliviano (BOB) | Salar de Uyuni |
| Chile | Santiago | Peso chileno (CLP) | Deserto do Atacama |
| Colômbia | Bogotá | Peso colombiano (COP) | Cartagena / San Andrés |
| Peru | Lima | Sol peruano (PEN) | Cusco / Machu Picchu |
| Equador | Quito | Dólar americano (USD) | Ilhas Galápagos |
Vale lembrar que embora a Venezuela tenha aderido ao Mercosul e ao acordo sobre documentos de viagem, está suspensa do bloco sul-americano desde dezembro de 2016, o que significa que brasileiros precisam apresentar passaporte válido para entrar no país na hora do embarque, conforme exigido pela Gol, por exemplo.²
Para entrar nos países que fazem parte do acordo para viagem do Mercosul, não é possível apresentar qualquer documento — apenas a Carteira de Identidade (RG) ou a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN)³. E há certas exigências que precisam ser atendidas para que o documento seja reconhecido na fronteira ou no check-in no aeroporto.
O RG, a carteira de identidade tradicional, é o documento mais utilizado nesse contexto. Mas precisa atender algumas condições. Segundo o portal da Polícia Federal, ele precisa ter sido emitido há menos de 10 anos e ter uma foto que identifique claramente o titular. Se a foto gerar dúvida na hora da conferência — seja no check-in ou na imigração —, o agente pode pedir um documento adicional. ³
Vale lembrar que o RG tradicional segue válido para viagens até 2032, quando está prevista sua descontinuação, conforme o cronograma do governo federal.⁴
Desde 2022, o Brasil emite a Carteira de Identidade Nacional (CIN), que utiliza o CPF como número de identificação único em todo o país. Ela também é aceita para entrada nos países do acordo do Mercosul. E vai um pouco além do RG tradicional: conta com a chamada zona de leitura óptica (MRZ), o mesmo sistema presente nos passaportes, o que facilita a conferência nos pontos de controle de imigração.⁴
Se não for RG ou CIN, não é aceito. Simples assim. Ou seja, os documentos a seguir, por exemplo, não são reconhecidos como documentos de viagem válidos nos países do acordo do Mercosul, independentemente do motivo da viagem:
Levar apenas um desses documentos pode resultar na recusa de embarque no Brasil ou na negativa de entrada no país de destino, mesmo sem exigência de passaporte.
Há um detalhe no planejamento da viagem que pode passar despercebido: a escala. Se o seu voo fizer conexão em um país que não faz parte do acordo — como Panamá e México, por exemplo —, a companhia aérea pode exigir o passaporte no momento do embarque, mesmo que o destino final aceite apenas o RG.
Já uma escala em Buenos Aires ou Lima, por exemplo, não faria diferença, uma vez que ambas as cidades fazem parte do acordo.
Por isso, vale verificar os requisitos de cada ponto do itinerário diretamente com a companhia aérea antes de embarcar⁵.
Ter o documento de identidade em dia é a principal exigência, mas pode haver outros requisitos para entrada no país dependendo do destino, como apresentação de certificado de vacinação ou seguro viagem. Como as exigências podem ser alteradas a qualquer momento, é importante consultar a página da embaixada brasileira no país de destino antes da viagem.
Cinco dos países que assinaram o acordo sobre documentos de viagem — Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai e Venezuela (atualmente suspensa do Mercosul) — constam na lista da Anvisa como países que podem exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra febre amarela⁶.
No caso da Colômbia, embora essa exigência tenha sido suspensa para viajantes vindos do Brasil desde o fim de 2024, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro recomenda portar o certificado mesmo assim — há relatos de embarque negado por companhias aéreas que desconheciam a mudança.
A vacina contra febre amarela está disponível gratuitamente nos postos de saúde do SUS e precisa ser aplicada com pelo menos 10 dias antes da viagem. Depois da imunização, o Certificado Internacional de Vacinação pode ser solicitado pelo portal da Anvisa⁷.
O seguro viagem não é obrigatório para a entrada na maioria dos países do acordo. Ainda assim, imprevistos de saúde no exterior podem gerar custos significativos — e dois países da lista merecem atenção especial.
Cada um dos países que fazem parte do acordo de viagem do Mercosul tem sua própria moeda — com exceção do Equador, que utiliza o dólar americano. Na prática, isso significa que qualquer pagamento passa por uma conversão cambial — ou seja, tem custos. E o método de pagamento que você usa para pagar as despesas faz diferença no valor final que você vai precisar desembolsar em real.
Como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incide sobre qualquer conversão cambial — e a alíquota atualmente é a mesma (3,5%) tanto para cartão de crédito, conta global ou compra de moeda em espécie⁹ —, vale ficar de olho no chamado spread cambial, a margem adicionada à taxa de câmbio que costuma incluir custos operacionais e lucro da instituição financeira.
Pode ser útil para pequenos pagamentos do dia a dia e para destinos onde o cartão nem sempre é aceito — como áreas rurais da Bolívia ou do Paraguai. Mas comprar moeda em casas de câmbio no Brasil costuma envolver um spread alto¹⁰. Uma alternativa pode ser sacar o dinheiro no exterior com um cartão de débito internacional vinculado a uma conta multimoeda, mas é preciso ficar atento a eventuais taxas para saque.
Costuma ser o método mais conhecido, mas tende a ser o mais caro para viagens internacionais. O spread cambial aplicado na conversão geralmente é bastante elevado¹⁰ — uma margem que, multiplicada por vários dias de viagem, pode representar um valor expressivo na fatura do cartão. Pode ser útil, no entanto, ter um cartão de crédito para eventuais emergências.
É a opção que tende a ter o menor custo de conversão, uma vez que o spread cambial costuma ser mais baixo. Algumas contas globais permitem manter saldo em diferentes moedas — e pagar diretamente na moeda local com um cartão de débito internacional. Também possibilitam converter a moeda aos poucos antes da viagem, aproveitando quando a cotação está mais favorável.
De uma maneira geral, a estratégia mais recomendada costuma ser combinar diferentes métodos de pagamento, garantindo maior flexibilidade e segurança durante a viagem.

Para quem busca uma maneira de economizar no câmbio, a Wise oferece uma conta multimoeda gratuita, convertendo seu dinheiro pela taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e com tarifas reduzidas. A plataforma também disponibiliza gratuitamente um cartão de débito internacional, sem anuidade, para você usar na viagem.
A Wise permite manter saldo em mais de 40 moedas, incluindo a maioria das moedas usadas nos países do Mercosul que não exigem passaporte, como:
Mas você não precisa ter necessariamente saldo na moeda local. Basta abrir saldo em outra moeda estrangeira — como dólar americano ou euro. Na hora de pagar com o cartão, a Wise converte o valor automaticamente para você, usando o saldo na moeda estrangeira disponível com a menor tarifa de conversão. Só na Venezuela, atualmente suspensa do Mercosul, que o cartão da Wise não funciona.¹¹ ¹²
💡VOCÊ SABIA? Com a Wise, é possível fazer o saldo em dólar (USD), euro (EUR) e libra esterlina (GBP) render, pagando IOF reduzido (1,1%) na conversão a partir do real — e você pode usar o saldo quando quiser, inclusive no mesmo dia com o cartão.*
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Os países que não exigem passaporte de brasileiros reúnem alguns dos cenários naturais e culturais mais impressionantes da América do Sul — de cidades históricas a paisagens que parecem de outro planeta. A seguir, alguns destaques de cada destino para você se inspirar:
A Argentina é um dos destinos mais procurados por brasileiros. Buenos Aires, a capital, é conhecida pela arquitetura de inspiração europeia, pelos bairros históricos como San Telmo e La Boca, e pela cena gastronômica, famosa pelas carnes e vinhos¹³. Para quem busca natureza, Bariloche oferece lagos andinos e neve no inverno para esquiar, enquanto o Glaciar Perito Moreno, no Parque Nacional Los Glaciares¹⁴, é um dos fenômenos naturais mais impressionantes do continente. As Cataratas do Iguaçu, compartilhadas com o Brasil, completam o roteiro¹⁵.
O Uruguai surpreende pela qualidade de vida e pelo ritmo tranquilo. Montevidéu combina a Rambla à beira do Rio da Prata com o centro histórico da Ciudad Vieja e o famoso Mercado del Puerto¹⁶. Já Punta del Este é o balneário mais badalado do país, conhecido pela escultura La Mano en la Arena¹⁷ e pelo Casapueblo¹⁸. E Colônia do Sacramento, Patrimônio Mundial da Unesco, é uma cidade colonial charmosa que pode ser visitada em um dia¹⁹.
O Paraguai é conhecido pelo turismo de compras, especialmente em Ciudad del Este, que atrai brasileiros pela proximidade com Foz do Iguaçu e pelos preços competitivos em eletrônicos e produtos importados. Assunção, a capital, é uma cidade que costuma surpreender, com seu centro histórico e a vida noturna animada²⁰. Além disso, as ruínas das Missões Jesuíticas no sul do país — parte do chamado Circuito de Ouro — são um patrimônio histórico pouco explorado pelo turismo de massa²¹.
A Bolívia guarda um dos destinos mais singulares da América do Sul: o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo²². Na estação chuvosa, a superfície se transforma em um espelho que reflete o céu. La Paz, a capital administrativa, reúne o colorido Mercado das Bruxas²³ e um sistema de teleférico urbano que oferece vistas panorâmicas da cidade. O Lago Titicaca, no altiplano boliviano, abriga comunidades indígenas e ruínas incas na Ilha do Sol²⁴.
O Chile é um país de diversidade geográfica extrema. O Deserto do Atacama, no norte, é um dos melhores destinos de astroturismo do mundo, com lagoas habitadas por flamingos e paisagens de vulcões²⁵. No sul, o Parque Nacional Torres del Paine é referência mundial para o trekking, com lagos e glaciares da Patagônia²⁶. Santiago, a capital, combina cultura, gastronomia e a vista da Cordilheira dos Andes — enquanto o Vale do Maipo e o Vale de Colchagua reúnem vinícolas que recebem visitantes para degustações e passeios entre parreirais com a Cordilheira ao fundo²⁷.
A Colômbia apresenta uma diversidade cultural e geográfica notável. Cartagena das Índias, Patrimônio Mundial da Unesco, é uma cidade colonial cercada por muralhas históricas, com o Castillo de San Felipe de Barajas como principal atração²⁸. San Andrés é uma ilha caribenha famosa pelo "mar de sete cores" e pelas opções de mergulho²⁹. Já Bogotá, a capital, combina museus de referência — como o Museu do Ouro — com o bairro histórico de La Candelaria³⁰.
O Peru reúne alguns dos patrimônios históricos e naturais mais reconhecidos do mundo. Machu Picchu é uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e pode ser acessada de trem a partir de Cusco, antiga capital do Império Inca, ou a pé pela famosa Trilha Inca³¹. As Linhas de Nazca, geoglifos misteriosos desenhados no deserto há mais de mil anos, são outro destaque³². O Lago Titicaca, na fronteira com a Bolívia, completa o roteiro³³. Já Lima, a capital, é internacionalmente reconhecida pela gastronomia e pelo centro histórico colonial³⁴.
O Equador é um dos países com maior biodiversidade por quilômetro quadrado do planeta. As Ilhas Galápagos — arquipélago de 13 ilhas principais situado a cerca de 1.000 quilômetros da costa continental — abrigam espécies únicas que inspiraram a Teoria da Evolução de Charles Darwin, como iguanas marinhas, tartarugas gigantes e pinguins tropicais³⁵. Já Quito, a capital, que assim como Galápagos é Patrimônio da Unesco, tem um centro histórico colonial bem preservado e o chamado TelefériQo que leva os visitantes ao topo do Pichincha³⁶.
Agora que você já sabe quais são os países para onde brasileiros podem viajar sem passaporte, não se esqueça de conferir se os seus documentos estão em dia antes de embarcar apenas com o RG ou a nova CIN. E para quem deseja economizar nos gastos na moeda local, lembre-se que a Wise pode ser uma boa aliada durante a viagem.
O Rende+ é oferecido pela Wise Assets UK Ltd, uma subsidiária da Wise Payments Ltd, em parceria com a Genial Corretora DTVM no Brasil. Investimentos podem flutuar e o seu capital está em risco. O IOF de 1,1% é aplicado na conversão de BRL para um saldo com investimento. O conteúdo deste artigo é de caráter estritamente informativo. Esteja ciente de que nós não fornecemos orientações sobre investimentos, e você pode ser responsável pelos impostos sobre quaisquer ganhos. Caso não tenha certeza, procure orientação de profissionais qualificados. Para saber mais sobre os fundos, visite o nosso site.
Fontes consultadas pela última vez em 03/05/2026.
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