Qual moeda levar para Argentina: dólar, peso ou real?
Vai viajar para a Argentina? Entenda se vale a pena levar dólar, peso ou real para o país vizinho, e conheça as melhores formas de fazer pagamentos no país.
Quem viaja para Buenos Aires logo descobre que os colectivos — como os portenhos chamam os ônibus urbanos — podem ser uma forma prática e econômica de circular pela cidade. Embora o metrô (Subte) tenda a ser mais rápido para trajetos mais longos, o colectivo chega onde o Subte não alcança, funciona 24 horas e custa uma fração do valor de um táxi ou carro de aplicativo.
Mas, para quem não é local, podem surgir muitas dúvidas sobre como pagar ônibus em Buenos Aires, por exemplo, ou encontrar as melhores rotas para o destino. Não se preocupe. Neste artigo, você vai entender como funcionam os colectivos, quais são as formas de pagamento aceitas, quanto custa a passagem e se vale realmente a pena.
Além disso, vamos mostrar como a Wise pode ajudar você a economizar ao pagar pelo ônibus e outros gastos da viagem, convertendo seu dinheiro para peso argentino (ARS) com câmbio justo e tarifas reduzidas.
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Os ônibus de Buenos Aires compartilham o mesmo sistema de pagamento eletrônico com o metrô e os trens metropolitanos — o que facilita a conexão entre eles durante a viagem.¹ A rede cobre toda a cidade e a região metropolitana, incluindo bairros que o metrô não alcança.
O serviço funciona 24 horas, com frequência reduzida após as 23h dependendo da linha.² A tarifa varia conforme a distância percorrida, e os ônibus são organizados por linhas numeradas que podem ter diferentes trajetos dentro da cidade.³
Além dos ônibus convencionais, Buenos Aires conta com o Metrobus — um sistema de BRT que opera em corredores exclusivos em avenidas como a 9 de Julho e a Cabildo.⁴ ⁵ ⁶
Em geral, a forma mais prática de pagar para os turistas é usando o modo contactless (por aproximação) de um cartão internacional, como o da Wise. É importante lembrar que dinheiro em espécie não é aceito em nenhuma linha — o pagamento é exclusivamente eletrônico.⁷
Seja qual for a forma de pagamento escolhida, a primeira coisa que você vai ter que fazer ao entrar no ônibus é informar o destino ao motorista, uma vez que o valor da tarifa varia conforme a distância percorrida.³ Na sequência, basta usar um dos métodos de pagamento abaixo:
Desde 2025, os ônibus que circulam na cidade de Buenos Aires aceitam pagamento por cartão de débito ou crédito com tecnologia NFC — basta aproximar o cartão do terminal de validação eletrônico na entrada do veículo. O valor da passagem é cobrado diretamente do cartão. O mesmo sistema já é aceito em todas as estações do metrô.⁸
Essa opção também é válida para cartões virtuais cadastrados na carteira digital do seu smartphone ou smartwatch — como Apple Pay e Google Play. O funcionamento é idêntico ao cartão físico: basta aproximar o dispositivo do terminal de validação.⁹
Para algumas linhas que operam fora dos limites da capital, no entanto, pode ser que esse tipo de pagamento ainda não tenha sido implementado.
Para economizar na hora de pagar, você pode usar um cartão de débito internacional, vinculado a uma conta multimoeda, como o da Wise, que permite pagar diretamente em peso argentino (ARS) — convertendo seu dinheiro pelo câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e com tarifas reduzidas.
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O cartão SUBE (Sistema Único de Boleto Electrónico) é um cartão pré-pago recarregável, aceito em ônibus, metrô e trens em Buenos Aires. Por muitos anos, ele foi a única forma de pagamento aceita no transporte público da cidade — e ainda é amplamente utilizado.¹
Ele pode ser usado na versão física ou digital. No caso do cartão físico, basta aproximar do leitor eletrônico ao lado do motorista; O valor é descontado automaticamente do saldo. Em celulares Android compatíveis com tecnologia NFC, também é possível usar o SUBE digital por meio do aplicativo oficial, aproximando o aparelho do mesmo terminal de validação. No momento, essa opção não está disponível para iPhone (iOS).¹⁰
O cartão físico pode ser comprado por ARS 1.500 nas bilheterias das estações de metrô, em quiosques (lojas de conveniência) e em outros pontos autorizados pela cidade.¹¹ A recarga pode ser feita nesses locais ou em totens de autoatendimento nas estações. Já a versão digital é gratuita.¹²
Para começar, é preciso entender que a tarifa não é fixa — o valor varia conforme a distância percorrida. Por isso, ao embarcar, é preciso informar ao motorista o destino para que o sistema calcule a tarifa correta.
Além disso, Buenos Aires oferece um desconto por baldeação (integração) — chamado RED SUBE¹³ — para quem combina diferentes meios de transporte dentro de um determinado período. No entanto, o benefício só é aplicado quando o pagamento é feito com um cartão SUBE registrado. Funciona assim:
Esse desconto é aplicado automaticamente quando você utiliza ônibus, metrô ou trem dentro do intervalo de duas horas após a primeira viagem.
Na tabela a seguir, você confere os valores referentes às linhas de ônibus municipais — aquelas que circulam exclusivamente dentro dos limites da cidade.
| Trajeto de ônibus / metrobus | Tarifa com cartão SUBE registrado (ARS) | Tarifa com cartão internacional ou SUBE não registrado (ARS) |
|---|---|---|
| 0–3 km | 681,85 | 1.084,14 |
| 3–6 km | 757,64 | 1.204,65 |
| 6–12 km | 816,02 | 1.297,47 |
| 12–27 km | 874,43 | 1.390,34 |
Nota: Valores vigentes a partir de março de 2026. ³
Para quem está visitando a cidade, a maioria dos trajetos turísticos costuma ficar nas faixas mais baratas da tabela (até 3 km ou 6 km).
Para efeito de comparação, o metrô (Subte) cobra uma tarifa única por viagem — e oferece um desconto por volume de viagens mensais, aplicado tanto a pagamentos por aproximação com cartão internacional quanto com cartão SUBE.¹⁴
| Quantidade de viagens por mês / metrô | Tarifa com cartão SUBE registrado (ARS) | Tarifa com cartão internacional ou SUBE não registrado (ARS) |
|---|---|---|
| 1 a 20 viagens | 1.363 | 2.167,17 |
| 21 a 30 viagens | 1.090,40 | 1.733,74 |
| 31 a 40 viagens | 954,10 | 1.517,02 |
| 41 ou mais | 817,80 | 1.300,30 |
Em geral, o mapa interativo oficial da cidade¹⁵ e o Google Maps são as formas mais confiáveis de identificar a linha mais adequada para cada trajeto , assim como o horário de chegada do ônibus em tempo real. Depois de descobrir o colectivo certo, basta seguir as instruções abaixo:
A frota de colectivos de Buenos Aires passou por uma renovação progressiva nas últimas décadas, impulsionada pela legislação federal que exige condições de acessibilidade no transporte público. De modo geral, os veículos mais modernos contam com:
A rede de ônibus de Buenos Aires cobre praticamente toda a cidade. As linhas são identificadas por números, e algumas possuem variações de trajeto — por exemplo, linhas 130A e 130B. ¹⁸
A seguir, você confere alguns ônibus da capital argentina que podem ser interessantes para turistas:
De uma maneira geral, depende do trajeto e do perfil do viajante. Em muitos casos, o colectivo pode ser uma alternativa prática e econômica — especialmente para percursos que o metrô não cobre. Para decidir se vale a pena no seu caso, vale levar em consideração alguns pontos :
A capital argentina também conta com serviço de ônibus turístico do tipo *hop-on hop-off *— ônibus de dois andares e teto aberto que permitem embarcar e desembarcar em qualquer uma das paradas do circuito, quantas vezes quiser, dentro do período contratado (em geral, 24h, 48h ou 72h).¹⁹
Duas operadoras oferecem esse serviço na cidade: o Buenos Aires Bus (ônibus amarelo)²⁰ e o Gray Line / Buenos Aires City Bus (ônibus vermelho)²¹. Ambas percorrem os principais bairros turísticos, como Recoleta, Teatro Colón, Obelisco, Puerto Madero, Caminito e Palermo, com áudio guia em vários idiomas. Os ingressos podem ser adquiridos online ou diretamente a bordo.
Para quem tem pouco tempo e quer visitar vários pontos turísticos sem se preocupar com planejamento de roteiro ou rotas, o hop-on hop-off pode ser uma alternativa conveniente — ainda que seja significativamente mais caro que os ônibus tradicionais ou o metrô.
Na hora de se preparar financeiramente para a viagem, lembre-se que a forma de pagamento escolhida pode influenciar diretamente no orçamento. Por isso, adotar estratégias inteligentes de câmbio é o primeiro passo para ajudar a reduzir custos e controlar melhor os gastos.
A Wise oferece uma conta multimoeda gratuita que permite manter saldo em mais de 40 moedas — incluindo peso argentino (ARS) —, convertendo seu dinheiro pela taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e aplicando tarifas reduzidas, o que ajuda a economizar na transação.
Depois, basta solicitar gratuitamente um cartão de débito internacional, sem anuidade, para pagar não só o ônibus ou metrô, mas as demais despesas da viagem. Assim, quando chegar a Buenos Aires, você não precisa se preocupar com a fatura do cartão de crédito nem com onde fica a casa de câmbio mais próxima.
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Antes de viajar, uma boa estratégia pode ser converter a moeda aos poucos, aproveitando quando o câmbio estiver mais favorável. Para isso, a Wise oferece a possibilidade de ativar alertas para a taxa de câmbio, e receber notificações sempre que o peso argentino atingir a cotação que você deseja.
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Vale lembrar que a conta multimoeda da Wise não tem tarifas de manutenção nem anuidade. Você abre a sua conta em poucos cliques, pelo site ou aplicativo da Wise, sem burocracia e sem sair de casa.
Agora que você já sabe como pagar a passagem de ônibus em Buenos Aires, pode começar a pensar em como converter o dinheiro. Conte com a Wise para tornar sua viagem mais tranquila, prática e econômica.
*Consulte os termos de uso e a disponibilidade de produtos para a sua região ou visite tarifas da Wise e preços para ver as tarifas mais recentes e informações sobre os preços.
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