Alugar carro na Itália vale a pena? Veja quanto custa e dicas para economizar
Descubra se vale a pena alugar carro na Itália, conheça os requisitos para brasileiros e confira dicas de como economizar na locação e nos gastos da viagem.
Aproveitar o sol na Costa Amalfitana, caminhar pelas ruas de Milão ou fazer uma roadtrip pela Sicília. Seja quais forem os seus planos, entender se deve levar cartão ou dinheiro na Itália vai facilitar a sua aventura.
Conheça neste artigo os métodos de pagamentos aceitos e entenda os custos de usar cartão ou dinheiro para Itália. Também saiba como usar cartão Wise, uma maneira segura e com custos reduzidos para pagar em euros.
Os cartões de crédito e débito internacional são amplamente aceitos na Itália. Você pode usar seu cartão para pagar em restaurantes, lojas, atrações turísticas e diversos estabelecimentos espalhados pelo país.
Os pagamentos com cartão virtual e aproximação, via carteiras digitais como Google Pay e Apple Pay, são mais comuns em grandes centros comerciais1. Cartões das bandeiras Visa, Mastercard e American Express estão entre os mais populares no país.
Embora pagar com cartão seja prático, é sempre recomendável ter uma quantia de dinheiro em espécie para facilitar pequenos pagamentos e gorjetas. A moeda da Itália é o euro, simbolizado por € e pela sigla EUR. Por isso, não compensa levar reais do Brasil: a moeda brasileira não é aceita como pagamento na Itália e trocar BRL por EUR por lá pode ser mais complicado e caro.
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Para entender se é melhor usar dinheiro ou cartão Itália, vale comparar os custos de cada método de pagamento. Analisar as tarifas envolvidas no uso de cartão de conta global, cartão de crédito e dinheiro em espécie facilita o planejamento financeiro da sua viagem. Confira:
As contas multimoedas, como Wise, Nomad e Revolut, são cada vez mais utilizadas. Os provedores costumam aplicar câmbio comercial sem margem e tarifas reduzidas na conversão de moedas — geralmente mais baixas do que as praticadas por bancos e casas de câmbio. O IOF nas plataformas é o mesmo: 3,5%, conforme legislação brasileira.
A Wise, por exemplo, permite converter direto do real para euro e outras 40 moedas. Você usa o cartão de débito para pagar na moeda local e acompanha as operações pelo app. O IOF pode ser de 1,1% na conversão do real para euro para quem ativa o Rende+, ferramenta de investimentos da plataforma.
Levar dinheiro em espécie pode ser útil em algumas situações, mas é importante observar os custos envolvidos na troca. No Brasil, a compra de moeda estrangeira normalmente ocorre pelo câmbio turismo, que em muitos casos apresenta uma cotação menos favorável quando comparada ao câmbio comercial. Já a troca em casas de câmbio no exterior pode envolver taxas mais elevadas, dependendo do local e das condições oferecidas. Compare os custos antes de decidir.
O cartão de crédito internacional permite usar os benefícios da bandeira e contar com um limite pré-aprovado para suas compras. Porém, os custos podem variar: a conversão da moeda geralmente considera o câmbio da data de processamento, com aplicação de spread, e o valor final pode sofrer variação até o fechamento da fatura. Além disso, as compras em moeda estrangeira incidem IOF de 3,5%, mesma alíquota aplicada a cartões vinculados à conversão de moedas, contas globais e cartões pré-pagos.

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Durante a sua viagem, sacar dinheiro na Itália pode ser muito útil. Você encontra os Bancomat, como são chamados os caixas eletrônicos no país, em agências bancárias, aeroportos, shoppings e supermercados. Optar por fazer a retirada de dinheiro com cartão de débito internacional, como o da Wise, pode ser mais econômico porque você usa o câmbio comercial sem margem e pode fazer até duas retiradas, ou R$ 1,4 mil, de forma gratuita.
Ao sacar dinheiro em caixas eletrônicos, vale conferir as tarifas cobradas: operadoras do equipamento podem cobrar um valor fixo para cartões internacionais. O recomendado é procurar pelos ATMs que não cobram taxa do seu cartão.
Além disso, priorize a sua segurança: saque em locais movimentados, prefira notas de baixa denominação e evite portar grandes quantias de dinheiro.
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Seja na Itália ou em qualquer outro destino, sempre opte por fazer os pagamentos na moeda oficial do país. No caso da Itália, escolha fazer os pagamentos em euro.
Em muitos estabelecimentos, a maquininha pode oferecer a opção de pagar em reais por meio da chamada conversão dinâmica de moedas (DCC), exibindo o valor já convertido antes da confirmação2. Embora pareça prática, essa conversão em reais quase sempre sai mais cara. O câmbio utilizado na DCC costuma ser desfavorável e inclui taxas adicionais pouco transparentes, definidas pela operadora da maquininha ou do caixa eletrônico.
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Antes mesmo de marcar a data da sua viagem, você pode adotar um método de pagamento versátil e com custos reduzidos: o cartão Wise. Aceito em mais de 160 países, ele facilita seus pagamentos em euro.
O cartão Wise está atrelado à conta multimoedas da plataforma, que permite converter e guardar saldo em mais de 40 moedas. Funciona assim: você abre uma conta gratuita, cria um saldo em euro e converte com câmbio comercial sem margem e tarifas a partir de 0,78%. Ativando o Rende+, é possível investir em euro e pagar apenas 1,1% de IOF na conversão. Quando desembarcar na Itália, basta usar o cartão Wise para pagar suas compras e fazer saques na moeda local.

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No fim das contas, a resposta não é levar dinheiro ou cartão para Itália, mas sim apostar na combinação desses dois métodos de pagamento: concentre a maior parte dos gastos no cartão de débito internacional e leve dinheiro em espécie para pequenos pagamentos e locais que não aceitam cartão. O cartão de crédito pode ser usado para emergências.
Com planejamento, é possível reduzir custos e ganhar praticidade na viagem para a Itália. Abrir uma conta na Wise pode ser um bom próximo passo: o cadastro é gratuito, rápido e permite usar diferentes moedas no exterior.
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Fontes consultadas:
Fontes checadas pela última vez em 27/01/2026
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