Como ir para Kansas City ver os jogos da Copa do Mundo?
Descubra como viajar para a Copa do Mundo gastando menos, como comprar ingressos, as partidas marcadas para a cidade-sede e informações essenciais
A Copa do Mundo de 2026 não será apenas um evento esportivo. Em Nova York — ou melhor, na região Nova York–Nova Jersey — ela promete virar um fenômeno cultural.
Para quem começou o planejamento para ir a Nova York ver os jogos da Copa do Mundo, uma coisa é certa: organizar bem o dinheiro faz tanta diferença quanto escolher o jogo certo. E é aí que entra a Wise, com um cartão aceito em mais de 150 países, incluindo Estados Unidos, Canadá e México.
Entre ingressos disputados, hotéis concorridos e deslocamentos constantes, pagar como um local, com conversão transparente e sem sustos no extrato, deixa a experiência mais leve. Vamos conferir um artigo com todas as dicas para você organizar uma experiência única.
Nova York recebe oito partidas, incluindo a estreia do Brasil contra o Marrocos, no dia 13 de junho, duas fases eliminatórias e nada menos que a final da Copa do Mundo, em 19 de julho de 20261.
A FIFA mantém em Nova York o mesmo modelo adotado nas demais cidades-sede: a venda acontece exclusivamente pelo site oficial, FIFA.com/tickets, em fases sucessivas2. A partir de janeiro de 2026, entram em cena três momentos decisivos:
A FIFA reforça que comprar ingressos fora dos canais oficiais aumenta significativamente o risco de fraude e preços elevados3.
Outro detalhe essencial: a FIFA aceita apenas cartões da bandeira Visa. O cartão da Wise é Visa e permite pagar diretamente em dólar americano, evitando conversões desfavoráveis no meio do caminho.
Confira nosso guia completo sobre ingressos da Copa do Mundo 2026 para entender categorias, valores e estratégias de compra.

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Sim. Brasileiros que viajam a Nova York para assistir à Copa precisam do visto de turismo B1/B2, utilizado para lazer, eventos esportivos e estadias de curta duração nos Estados Unidos4.
O processo inclui o preenchimento do formulário DS-160, pagamento da taxa consular, agendamento e comparecimento à entrevista na embaixada ou consulado, além de documentos básicos como passaporte válido e comprovantes de vínculos com o Brasil.
O tempo de espera varia bastante conforme a cidade e a demanda — e em ano de Copa, a regra é clara: quanto antes organizar seu visto, melhor.
Como o Mundial também acontece no Canadá e no México, quem pretende circular entre países deve ficar atento às exigências específicas de cada fronteira.
Temos guias atualizados sobre vistos para EUA, Canadá e México para ajudar nesse planejamento.
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Voar do Brasil para Nova York durante a Copa não será barato. Para junho de 2026, as passagens de ida e volta partindo de São Paulo giram em torno de R$ 6.600, dependendo da antecedência e da rota5.
Nova York também funciona como um hub estratégico para outras cidades-sede. Boston fica a poucas horas de trem ou avião, com voos a partir de R$ 1.200, enquanto Filadélfia, que também recebe um jogo do Brasil na fase eliminatória, aparece na rota aérea por cerca de R$ 2.400.
Isso facilita montar um roteiro que combine futebol e turismo, o que, convenhamos, combina perfeitamente com uma ida aos EUA.
Algumas empresas de turismo já trabalham com pacotes específicos para a Copa, integrando voos, hospedagem e ingressos. Vale comparar as opções com calma.
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Nova York oferece opções que parecem infinitas, e essa pluralidade pode ser vivenciada especialmente por conta de uma dos sistemas de transporte público mais eficientes do mundo6.
Metrôs que funcionam 24 horas, ônibus, balsas e trens regionais conectam bairros, estádios e pontos turísticos com relativa facilidade, inclusive nos dias de jogo. Para o torcedor, isso significa mais tempo explorando a cidade.
A oferta de hospedagem acompanha a diversidade da região. Manhattan concentra hotéis de luxo, opções boutique e acesso imediato a ícones como Times Square, Central Park e Broadway — ideal para quem quer mergulhar na Nova York clássica entre uma partida e outra7.
Brooklyn surge como alternativa mais descolada, com preços um pouco mais amigáveis, bairros criativos, restaurantes autorais e museus como o Brooklyn Museum.
Já Nova Jersey, especialmente nas áreas próximas ao NYNJ Stadium, em East Rutherford, é uma escolha estratégica para quem quer reduzir deslocamentos nos dias de jogo sem abrir mão de boa infraestrutura.
Fora dos estádios, a cidade entrega um cardápio turístico à altura do Mundial. Vale visitar a Estátua da Liberdade, caminhar pela Times Square, explorar o Metropolitan Museum of Art, o Liberty Science Center, entre outros.
No entretenimento, Broadway, grandes shows, festivais de rua, calçadões à beira-mar e uma gastronomia de nível mundial garantem agenda cheia do café da manhã ao último apito.
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Certamente Nova York é o destino do torcedor brasileiro otimista, afinal, será lá a grande final do Mundial. Todos os jogos da cidade serão disputados no NYNJ Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. Eis o calendário confirmado com horários locais, em Eastern Time:
13 de junho, 18h – Brasil x Marrocos
16 de junho, 15h – França x Senegal
22 de junho, 20h – Noruega x Senegal
25 de junho, 16h – Equador x Alemanha
27 de junho, 17h – Panamá x Inglaterra
30 de junho, 17h – Rodada de 32
5 de julho, 16h – Oitavas de final
19 de julho, 15h – Final da Copa do Mundo 2026
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O coração da festa fora do estádio será o Liberty State Park, em Jersey City, com vista direta para Manhattan, Ellis Island e a Estátua da Liberdade9.
Entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, o espaço recebe transmissões ao vivo de todos os jogos, shows, experiências interativas, programação para famílias e uma curadoria gastronômica. A entrada geral custa US$ 12,50 ao dia10.
Além do Liberty State Park, a Copa toma conta da cidade em outros pontos estratégicos. O Fan Zone Queens acontece no complexo do US Open, em Flushing Meadows, enquanto o Rockefeller Center se transforma em uma verdadeira vila do futebol: telões espalhados pelo campus, ativações culturais e o icônico rinque de gelo virando campo.
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Em Nova York, o jogo é em dólar. Do metrô ao hot dog da esquina, dos ingressos aos restaurantes estrelados, quase tudo passa pelo cartão, por isso, entender exatamente quanto você está pagando faz diferença.
A Wise permite manter saldo em dólar americano (USD) e pagar como um morador local, sem sustos na conversão e com taxas reduzidas e transparentes, visíveis antes de cada transação.

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Para quem vai além de Nova York e pretende cruzar fronteiras durante a Copa, a comodidade aumenta. O mesmo cartão funciona nos Estados Unidos, Canadá e México, com saldo em USD, CAD e MXN, fazendo a conversão automática para a moeda certa no momento do pagamento. Sem trocar dinheiro, sem depender de câmbio turístico, sem contas paralelas.
Outro ponto decisivo: a FIFA aceita exclusivamente cartões da bandeira Visa em compras oficiais. O cartão da Wise é Visa e funciona sem adaptações, seja para garantir ingressos, consumir na Fan Fest ou resolver imprevistos de última hora.
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Fontes consultadas neste artigo:
Fontes consultadas pela última vez em 12 de janeiro de 2026
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