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Se ver a aurora boreal já é uma experiência inesquecível, 2026 promete ser um dos melhores anos da década para observar a aurora boreal nos Estados Unidos. Isso porque o Ciclo Solar 25 está chegando ao seu pico, fase em que a atividade solar aumenta e as famosas luzes do norte se tornam mais intensas, frequentes e visíveis até em latitudes mais baixas.
Ao longo deste artigo, você vai descobrir em quais regiões dos Estados Unidos as chances de ver a aurora boreal são maiores, quando o fenômeno costuma aparecer com mais frequência e como se preparar para essa experiência única. Também reunimos dicas para planejar a viagem e organizar os gastos de forma prática com a Wise.
A aurora boreal ocorre quando partículas energéticas vindas do Sol colidem com gases da atmosfera terrestre, como oxigênio e nitrogênio. Esse impacto libera luzes em tons de verde, roxo e, ocasionalmente, vermelho, que iluminam o céu noturno. Em geral, o fenômeno se concentra nas regiões polares, pois o campo magnético da Terra direciona essas partículas para as extremidades do planeta.
No entanto, 2026 coincide com um momento especial do ciclo solar. O Sol estará próximo do chamado máximo solar, um evento que ocorre, em média, a cada 11 anos. Nessa fase, a atividade solar se intensifica, com variações mais fortes no vento solar que aumentam o fluxo de partículas carregadas em direção à Terra e favorecem a formação de tempestades geomagnéticas.
Como consequência, as auroras tendem a se tornar mais intensas e visíveis em áreas muito além das regiões polares, pois as tempestades geomagnéticas provocam a expansão do chamado oval auroral, um anel permanente de luminosidade que circunda os polos magnéticos do planeta. Em períodos de baixa atividade solar, esse anel permanece mais estreito e restrito ao extremo norte. Já durante o máximo solar, ele se amplia e pode avançar em direção a latitudes mais baixas, permitindo que cidades bem mais ao sul também tenham chance de observar a aurora boreal.
Para acompanhar essas condições, especialistas utilizam o Índice Kp, uma escala numérica que mede a variação do campo magnético da Terra. O indicador varia de 0 a 9 e é atualizado a cada três horas com base em dados coletados por observatórios ao redor do mundo. Quando o índice atinge nível 5 ou mais, o fenômeno passa a ser oficialmente classificado como uma tempestade geomagnética, situação que aumenta significativamente as chances de ver a aurora em regiões fora do círculo polar.

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Para que a aurora boreal seja visível a olho nu, é fundamental que o céu esteja escuro e sem nuvens, criando contraste suficiente para destacar as luzes no horizonte. Nos Estados Unidos, a temporada de observação costuma ocorrer entre 21 de agosto e 21 de abril, principalmente no período entre 21h e 3h da madrugada, quando as noites são mais longas e a incidência de luz solar é menor, o que favorece a visibilidade do fenômeno.
Entre todos os meses da temporada, março e setembro costumam oferecer condições especialmente favoráveis. Isso acontece por causa do chamado efeito Russell–McPherron, um fenômeno que ocorre próximo aos equinócios. Nessa época, a inclinação da Terra favorece um alinhamento específico entre o campo magnético terrestre e o campo magnético do Sol, facilitando a entrada de partículas solares na atmosfera e aumentando a probabilidade de formação de auroras mais intensas
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O Alasca é o estado com a maior incidência da aurora boreal nos Estados Unidos. Entre os locais de maior destaque estão:
Durante períodos de tempestades geomagnéticas de Índice Kp 5, existe a possibilidade da aurora boreal ser vista em estados como Washington, Idaho, Montana, North Dakota, South Dakota, Minnesota, Wisconsin, Michigan e Maine.
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Nos locais e condições em que a aurora boreal pode ser observada, as temperaturas podem chegar a -30 graus Celsius. Por isso, usar camadas de roupa apropriadas é essencial:
Como a aurora boreal pode ser imprevisível, utilizar aplicativos que forneçam informações para ajudar a “rastrear” o fenômeno também é fundamental no planejamento. Algumas opções são SpaceWeatherLive, Aurora Alerts, Hello Aurora e My Aurora Boreal.
Além disso, sites governamentais, como o do Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA, oferecem previsões detalhadas sobre a atividade solar e as condições do clima espacial.
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Planejar o orçamento é uma parte importante de qualquer viagem internacional, especialmente quando o destino envolve regiões remotas e custos mais altos, como as áreas ideais para observar a aurora boreal. Nesse cenário, a conta multimoedas da Wise pode ser uma grande aliada para organizar os gastos de forma simples e econômica.
Totalmente digital, a conta permite converter moedas diretamente pelo aplicativo em poucos minutos, utilizando o câmbio comercial sem margem e com tarifas transparentes, exibidas antes da confirmação de cada operação.

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Outra vantagem é a possibilidade de abrir um saldo em dólar e começar a comprar moeda aos poucos, ainda durante o planejamento da viagem. Dessa forma, você pode aproveitar momentos mais favoráveis do câmbio e diluir o custo da conversão ao longo do tempo, em vez de trocar todo o dinheiro de uma só vez.
A conta também permite usar o cartão de débito internacional para pagar hotéis, restaurantes e passeios como um morador local, sem cobranças adicionais por transações internacionais. Em muitos destinos, também é possível sacar dinheiro em caixas eletrônicos, o que facilita ter moeda em espécie quando necessário.
Na prática, isso significa mais controle sobre o orçamento, menos surpresas com taxas e maior praticidade para gerenciar as despesas durante a viagem. Ao abrir uma conta na Wise com antecedência, você pode organizar o dinheiro do roteiro com mais eficiência e focar no que realmente importa: aproveitar a experiência de ver a aurora boreal nos Estados Unidos.
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Fontes utilizadas neste artigo:
Fontes consultadas em 10 de março de 2026
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