Quanto levar de dinheiro para a China? Saiba como calcular quantos yuans por dia

Hilda Badenes

Da Cidade Proibida à Grande Muralha, passando pelos arranha-céus de Xangai, a China é um destino de contrastes. Se você está organizando uma viagem para lá, uma das etapas mais importantes é entender quanto dinheiro levar — e como montar um orçamento realista que faça sentido para o seu roteiro.

Neste guia, você vai encontrar uma estimativa de gastos por dia para diferentes estilos de viajante, além de dicas para economizar. E vai conhecer também a Wise, uma forma prática e segura de pagar as despesas na China, convertendo seu dinheiro para yuan com câmbio justo e tarifas reduzidas.

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Qual é a moeda usada na China?

A moeda oficial da China é o renminbi, que se traduz como “moeda do povo”. O yuan (¥) é sua unidade básica de valor utilizada no dia a dia.¹

Em conversas locais, é comum que as pessoas usem “yuan” ou o termo coloquial “kuai” para se referirem a valores, enquanto “renminbi” aparece mais em contextos formais. Por exemplo, dirão que um café custa “15 yuan”, e não “15 renminbi”. Em lojas e cardápios, normalmente você vai encontrar preços expressos com o símbolo ¥.²

Se você pretende usar dinheiro em espécie durante a viagem, estas são as denominações em circulação:³

  • Notas: 1, 5, 10, 20, 50 e 100 yuan
  • Moedas: 1 yuan, 5 jiao (0,5 yuan) e 1, 2 e 5 fen (valores menores, pouco usados atualmente)*

*Um yuan é dividido em 100 fen ou 10 jiao.

Vale lembrar que ao comprar moeda para usar na viagem, você verá essa sigla CNY sendo utilizada. Esta é a abreviação internacional da moeda para transações na China continental.

Quanto vale 1 yuan em real?

Para saber quanto vale o yuan (CNY) em relação ao real (BRL), você pode utilizar o conversor de moedas abaixo, com base no câmbio comercial. A cotação é atualizada em tempo real.

A China é um destino caro?

De forma geral, a China não é considerada um destino caro, especialmente quando comparada a destinos europeus ou a outros países asiáticos, como o Japão. Para brasileiros, no entanto, o principal impacto no orçamento costuma ser o voo internacional, já que a distância é grande e as passagens podem ter valores elevados.

No dia a dia, gastos com alimentação, transporte e até algumas atrações tendem a ser mais acessíveis. Grandes centros como Pequim e Xangai costumam ter preços mais altos em comparação com cidades menores, mas o país oferece opções para diferentes orçamentos — e um bom planejamento faz toda a diferença para aproveitar melhor a viagem.

Quanto levar em uma viagem para a China?

De forma geral, os gastos diários na China podem variar bastante, mas uma estimativa razoável fica entre ¥180 e ¥1.420 por dia por pessoa, conforme o estilo de viagem. Viajantes econômicos conseguem reduzir custos optando por refeições de rua e atrações gratuitas, enquanto viagens mais sofisticadas podem incluir experiências gastronômicas premium e passeios com guias particulares.

Para facilitar o planejamento do seu orçamento, elaboramos uma estimativa de gastos na China considerando diferentes perfis de viajantes. Vale destacar que os valores abaixo se referem apenas aos custos no destino, como alimentação, transporte local, ingressos para atrações e pequenas despesas do dia a dia, além de uma margem para compras e imprevistos.

Estilo de viagemGasto diário* / média (CNY)7 dias (CNY)15 dias (CNY)
Econômico1801,2602,270
Intermediário5804,0607,300
Alto padrão1,4209,94017,890

*Nota: passagens aéreas, hospedagem e seguro viagem não estão incluídos.

Se você está se perguntando qual a melhor forma de comprar yuan para levar para a China, as contas multimoedas costumam ser uma boa opção. A Wise, por exemplo, oferece uma gratuita, que permite manter saldo em yuan (CNY), convertendo seu dinheiro pela taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e com tarifas reduzidas.

E você pode ainda pode solicitar gratuitamente um cartão de débito internacional, sem anuidade, para pagar as despesas e realizar saques durante a viagem.

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Alimentação

As dimensões continentais da China também se traduzem em uma vasta variedade de sabores, refletindo sua diversidade cultural. De norte a sul, é possível encontrar desde a picância marcante da culinária de Sichuan até pratos delicados à base de chá em Hangzhou, além de porções de petiscos dim sum em Guangzhou, o que faz com que comer fora varie bastante de preço dependendo do tipo de estabelecimento.

É possível encontrar desde refeições simples em restaurantes e opções de street food — como noodles, dumplings (pastéis cozidos ou fritos) e arroz frito — até experiências mais elaboradas de culinária regional, como “hot pot” ou pato laqueado, assim como opções internacionais. Em geral, pratos típicos costumam ter bom custo-benefício.

A seguir, veja uma média de custos com alimentação, com base em valores médios praticados em Pequim, Xangai e Guangzhou:⁴ ⁵

Item / Tipo de RefeiçãoPreço (CNY)
Café da manhã simples¥ 5-8
Café da manhã local¥ 15-30
Refeição em restaurante simples¥ 15-35
Refeição em restaurante intermediário¥ 30-90
Refeição em restaurante sofisticado¥ 150-500
Combo em fast food¥ 35
Cappuccino¥ 21
Refrigerante (330ml)¥ 3,80
Garrafa de água (330 ml)¥ 2,10
Cerveja local (500 ml)¥ 7.50
Cerveja importada (330 ml)¥ 14.50
Garrafa de vinho (categoria intermediária em supermercado)¥ 72

Transporte

O sistema de transporte na China é amplo, moderno e bastante eficiente. O deslocamento entre cidades pode ser feito por trens, incluindo opções de alta velocidade, que se destacam pela pontualidade e conforto. Como alternativa, há voos domésticos, com companhias tradicionais (ex. Air China, China Eastern e China Southern) e opções low-cost (ex. Spring Airlines e Juneyao Airlines).⁶

Presente em mais de 50 cidades chinesas, o metrô costuma ser a forma mais prática de locomoção urbana, com tarifas acessíveis, sinalização em inglês nas principais linhas e integração com outros meios de transporte. Ônibus urbanos também são comuns e econômicos, enquanto táxis e serviços por aplicativo oferecem mais comodidade, embora com custo mais elevado. Além disso, aplicativos de mobilidade e pagamentos digitais são amplamente utilizados, facilitando o deslocamento no dia a dia.⁵

TransportePreço (CNY)
Trem Pequim-Xangai (segunda classe, rápido)⁷A partir de ¥ 606
Ticket de metrô em Xangai (24h)⁸¥ 18
Ticket de metrô em Xangai (72h)⁸¥ 45
Ticket de ônibus em Xangai (curta distância)⁸¥ 1-2
Ticket de ônibus em Xangai (longa distância)⁸¥ 5-11
Táxi (tarifa inicial/3 km + 1 km)⁸¥ 16,7
Bicicleta compartilhada em Pequim (30 minutos)⁹¥ 1,5

Passeios e atrações turísticas

Visitar a China oferece uma ampla variedade de atrações turísticas, com opções gratuitas e outras que exigem ingresso. Em cidades como Pequim e Xangai, é possível, por exemplo, caminhar gratuitamente pela Praça da Paz Celestial ou pelo Bund, enquanto diversos pontos históricos e culturais cobram entrada, como o Palácio de Verão e a Torre de Xangai.

Além das atrações urbanas, o país conta com paisagens naturais impressionantes e patrimônios históricos reconhecidos pela UNESCO, como a Grande Muralha da China e os Guerreiros de Terracota.

Em geral, a compra antecipada online pode garantir preços mais baixos e ajudar a evitar filas, especialmente nos locais mais visitados. Passeios guiados também são bastante comuns e podem incluir transporte, ingressos e acompanhamento de guia, o que facilita a experiência, especialmente para quem não fala o idioma local.

AtraçãoLocalPreço (CNY)
Grande Muralha da China ¹⁰Múltiplos¥ 45-200 (adulto)
Cidade Proibida¹¹Pequim¥ 90-260
Templo do Céu¹²Pequim¥ 10-34
Palácio de Verão ¹³Pequim¥ 20-50 (baixa temporada)
Museu dos Guerreiros de Terracota¹⁴Xian¥ 120-140
Grande Buda de Leshan¹⁵Sichuan¥ 10-228
Santuário dos Pandas Gigantes¹⁶Chengdu¥ 55
Torre de Xangai¹⁷Xangai¥ 180-268

Gastos extras

Além dos custos principais, existem pequenas despesas do dia a dia que devem também ser incluídas no planejamento inicial. Pausas curtas para descanso durante o roteiro podem ser acompanhadas por cafés (¥10 – ¥60), ou os populares milk teas, bebidas à base de chá com leite, frutas ou pérolas de tapioca (bubble tea), geralmente entre ¥5 e ¥25.⁵

Já souvenirs variam bastante: itens simples, como leques, ímãs, chaveiros, snacks e chás, costumam custar cerca de ¥10 a ¥80; opções intermediárias, como lenços de seda, conjuntos de chá e objetos decorativos simples, ficam entre ¥80 e ¥300; enquanto peças mais sofisticadas, como jade, porcelana ou conjuntos de chá artesanais, podem ultrapassar ¥300.¹⁸

Ao longo de vários dias, esses valores podem impactar o orçamento final da viagem. Por isso, vale reservar uma quantia específica para esses gastos extras, além de uma margem de 10% a 20% do orçamento total para imprevistos, como deslocamentos adicionais, compras de última hora ou pequenas emergências.

Preciso comprovar um valor mínimo para entrar na China?

Não há um valor mínimo oficial divulgado que turistas brasileiros precisam comprovar para entrar na China.

Atualmente, cidadãos brasileiros podem viajar à China a turismo, negócios, intercâmbio sem visto para estadias de até 30 dias, no âmbito de uma política de isenção válida até 31 de maio de 2026. Ainda assim, as autoridades de imigração podem verificar o propósito da viagem no momento da entrada no país.¹⁹

Por esse motivo, é recomendável portar documentos que comprovem o roteiro e a natureza da viagem, como: passagem aérea de ida e volta; reserva de hospedagem; ou carta-convite (quando aplicável).

Embora não haja um valor mínimo definido, é importante viajar com recursos suficientes para cobrir as despesas básicas durante a permanência no país, já que as autoridades de imigração podem solicitar comprovação de capacidade financeira compatível com o tempo de permanência no país.

Qual a melhor forma de levar dinheiro para a China?

A China é considerada hoje uma sociedade majoritariamente cashless — ou seja, com pouco uso de dinheiro em espécie, e progressivamente contactless, baseada em pagamentos digitais.

Na prática, o dia a dia no país é dominado por pagamentos digitais via QR Code. Aplicativos como WeChat Pay e Alipay permitem (inclusive a estrangeiros) linkar o cartão de débito ou crédito e fazer pagamentos de forma contactless usando o smartphone. Mas cartões físicos também são aceitos, sobretudo em grandes centros como Pequim e Xangai, além de hotéis e redes internacionais.²⁰

  • Dinheiro em espécie: notas e moedas ainda estão em circulação, mas vêm sendo cada vez menos utilizadas em favor dos pagamentos digitais. Seu uso pode ser útil em barracas de rua e em áreas rurais, além de servir como alternativa caso pagamentos via QR Code não estejam disponíveis. Ainda assim, é recomendável carregar notas de menor valor, já que alguns estabelecimentos podem não ter troco.
  • Cartão de crédito: cartões das bandeiras Visa e Mastercard são aceitos em estabelecimentos como hotéis, aeroportos, redes internacionais, especialmente em grandes centros, e atrações turísticas. Também podem ser vinculados a aplicativos de pagamento digital. No entanto, não costuma ser a opção mais econômica por conta do spread cambial elevado, que impacta o valor final das compras.
  • Cartão de débito internacional / conta multimoeda: o cartão de débito, vinculado a uma conta global ou multimoeda, possui cobertura similar aos cartões de crédito na China, e também pode ser utilizado linkado com aplicativos de pagamento digitais locais. É uma opção prática para pagamentos e saques em yuan, geralmente com taxas mais competitivas e maior transparência na conversão.

É o caso da conta multimoeda da Wise, que permite manter saldo em mais de 40 moedas, incluindo yuan (CNY), usando o câmbio comercial, sem spread, e cobrando tarifas reduzidas. A Wise oferece ainda um cartão de débito internacional, sem anuidade, para você pagar as despesas da viagem com o saldo disponível na conta.

Como economizar na China?

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Viajar pela China pode ser muito mais acessível do que parece, especialmente com planejamento e escolhas estratégicas no dia a dia. Combinando decisões como viajar na baixa temporada, optar por destinos mais econômicos, usar transporte público e aproveitar atrações gratuitas, é possível reduzir bastante os custos sem abrir mão da experiência.

A seguir, veja algumas dicas práticas para economizar durante a viagem:21

  • Viaje na baixa temporada: evitar períodos de grandes feriados, como a Golden Week (outubro) e o Ano Novo Chinês (entre janeiro e fevereiro), ajuda a encontrar preços mais baixos. Os melhores meses para economizar costumam ser entre março e maio e de setembro a novembro;
  • Priorize destinos mais econômicos: grandes cidades como Pequim e Xangai tendem a ser mais caras, enquanto destinos como Chengdu, Guilin ou Xi’an costumam ter melhor custo-benefício;
  • Hospede-se por menos: muitos hotéis no país oferecem quartos sem janela a tarifas mais baixas, o que pode ser útil para estadias curtas. Além disso, há grande oferta de hostels e albergues, especialmente nas grandes cidades, geralmente com bom custo-benefício;
  • Use transporte público: metrôs e ônibus urbanos são eficientes, modernos e baratos. Se precisar utilizar táxis, prefira utilizar o aplicativo Didi (equivalente local ao Uber);
  • Economize nos trens: os trens noturnos permitem que você chegue a um novo destino e economize na diária de hotel. Sempre que possível, opte por trens mais lentos (como os tipos K e T em vez dos G de alta velocidade), que costumam ser mais baratos;
  • Use mapas offline: baixar mapas antes da viagem ajuda a evitar gastos com dados móveis, além de facilitar a navegação em áreas sem conexão estável;
  • Coma como os locais: pequenos estabelecimentos, barracas de dumplings e mercados noturnos costumam oferecer refeições com melhor custo-benefício do que opções internacionais. Em estações de trem e aeroportos, costuma ter água quente gratuita, permitindo preparar macarrão instantâneo durante o deslocamento;
  • Aproveite atrações gratuitas: muitos templos, parques e atrações têm acesso gratuito. Entre elas, o Parque do Povo em Chengdu, The Bund em Xangai, o bairro muçulmano de Xi’an e o distrito artístico 798 em Pequim;
  • Barganhe em mercados: se você for a um mercado local (como o Pearl Market, em Pequim), não deixe de negociar para conseguir um preço melhor. A prática de barganha é comum em mercados turísticos e feiras na China.

Economize pagando com a Wise na China

A escolha da forma de pagamento pode ter um impacto direto no custo total da sua viagem à China. Por isso, adotar estratégias inteligentes de câmbio é o primeiro passo para ajudar a reduzir custos e controlar melhor os gastos.

A Wise oferece uma conta multimoeda gratuita que permite manter saldo em mais de 40 moedas — incluindo yuan (CNY)—, convertendo seu dinheiro pela taxa de câmbio comercial real, sem margem de lucro embutida, e aplicando tarifas reduzidas, o que ajuda a economizar na transação.

Depois, basta solicitar gratuitamente um cartão de débito internacional, sem anuidade, para pagar as despesas ou sacar dinheiro durante a viagem. Assim, quando chegar à China, você não precisa se preocupar com a fatura do cartão de crédito nem com onde fica a casa de câmbio mais próxima.

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Vale lembrar que a conta multimoeda da Wise não tem tarifas de manutenção nem anuidade. Você abre a sua conta em poucos cliques, pelo site ou aplicativo da Wise, sem burocracia e sem sair de casa.

Agora que você já sabe quanto levar para a China, fica mais fácil planejar sua viagem com mais tranquilidade. Conte com a Wise para tornar seus pagamentos em dólar canadense mais práticos, econômicos e seguros.

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Lista de fontes consultadas:

  1. Banco Popular da China. Notas e moedas
  2. BBC. Por que a moeda da China tem dois nomes?
  3. Visite Pequim. Finanças
  4. Numbeo. Custo de vida em Pequim
  5. China Xian Tour. Quanto gastar com alimentação na China – custo de comer e beber
  6. Lonely Planet. Visitando a China? Veja como se locomover pelo país
  7. China Railway. Tickets
  8. Xangai. Viaje da sua maneira
  9. Visite Pequim. Bicicleta Compartilhada
  10. Muralha da China. Tickets
  11. Cidade Proibida. Tickets
  12. Templo do Céu. Tickets
  13. Palácio de Verão. Tickets
  14. Museu dos Guerreiros de Terracota. Tickets
  15. Grande Buda de Leshan. Tickets
  16. Santuário dos Pandas Gigantes. Tickets
  17. Trip. Torre de Xangai
  18. Trip. O que comprar na China
  19. Embaixada da China. Instruções sobre o visto
  20. Trip. Como pagar na China como estrangeiro: Alipay, WeChat, dinheiro e cartão
  21. The China Travel Planner. Como viajar pela China com um orçamento limitado

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