Quanto levar para a Cidade do México? Veja valor por dia de viagem e dicas para economizar
Descubra quanto dinheiro levar para sua viagem à Cidade do México: estimativas de gastos, custos por perfil de viajante e dicas práticas para economizar.
O Pix já responde por mais da metade das transações financeiras feitas no Brasil — o sistema de pagamento é tão onipresente que muita gente sai de casa com só com o celular, sem dinheiro vivo ou cartão na carteira.¹ Mas será que você conseguiria fazer o mesmo na Europa? Na hora de planejar uma viagem, é natural surgir essa dúvida.
Neste artigo, você vai entender se existe Pix na Europa, se é possível pagar com Pix em lojas e restaurantes do continente europeu e quais os custos envolvidos.
Além disso, vamos mostrar como a Wise pode ajudar você a economizar tanto na hora de realizar pagamentos na Europa, quanto ao enviar e receber dinheiro de lá — de forma prática e segura.
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Não. O Pix é um sistema criado e regulado pelo Banco Central do Brasil que opera exclusivamente dentro do sistema financeiro nacional.² Na prática, isso significa que ele só conecta contas brasileiras — e não se comunica de forma nativa com bancos ou sistemas de pagamento de outros países.³
O que existe na Europa são iniciativas próprias de pagamento instantâneo — cada país desenvolveu a sua, e há uma tentativa de unificação regional em andamento. Nenhuma delas, porém, está integrada ao Pix brasileiro.⁴
Mas é importante destacar que iniciativas privadas de fintechs brasileiras estão viabilizando pagamentos com Pix em alguns estabelecimentos europeus, especialmente em países com alto fluxo de turistas brasileiros, como Portugal.⁵
A Europa oficialmente não, mas alguns estabelecimentos comerciais europeus, sim, de acordo com notícias publicadas na imprensa.⁶
De uma maneira geral, isso é possível graças a parcerias firmadas entre fintechs brasileiras — como a PagBrasil, Eupago e a Power Payments — e empresas especializadas em infraestrutura de pagamento locais. Na prática, essas empresas fazem uma “ponte” entre o sistema brasileiro e europeu.⁷ ⁸ ⁹
Na hora de pagar, o turista brasileiro basicamente escaneia um QR Code com o aplicativo do banco brasileiro — e o valor aparece convertido para pagamento em real.¹⁰
Vale deixar claro que a aceitação é restrita a alguns estabelecimentos e concentrada em cidades com maior fluxo de turistas brasileiros. Como o Pix não é aceito de forma generalizada, não deve ser considerado a principal forma de pagamento em uma viagem ao velho continente.
Não existe uma lista oficial de países na Europa onde é possível pagar com Pix — uma vez que trata-se de uma solução oferecida por iniciativas privadas, disponível apenas em certos estabelecimentos de cidades com alto fluxo de turistas brasileiros. Com base no que foi documentado pela imprensa, há registros de aceitação nos seguintes países:
Além disso, as fintechs responsáveis pela operação informam oferecer o pagamento com Pix também em outros países europeus, como Itália e Holanda.⁹ ¹⁴
Quando essa opção está disponível, o processo de pagamento com Pix funciona de forma bastante parecida com o que o brasileiro está acostumado. Em geral, costuma seguir as seguintes etapas:
Em geral, você só precisa ter o Pix ativo na sua conta brasileira e o app do banco no celular. Em algumas lojas, no entanto, pode ser necessário fazer um cadastro rápido em uma plataforma intermediária.⁷ ¹⁰
O Pix em si continua gratuito para pessoas físicas. O que gera custos é a natureza cambial da operação: ao pagar uma compra em euros com Pix, a transação envolve a conversão da moeda para real, o que gera cobranças adicionais. Por isso, vale entender os custos envolvidos antes de usar essa modalidade de pagamento fora do Brasil.
Ou seja, para calcular o valor final que vai ser pago em reais não basta converter o preço em euro pela taxa de câmbio comercial — há outras variáveis incluídas nesse cálculo, que muitas vezes podem passar despercebidas.
Como a aceitação do Pix em estabelecimentos de países na Europa é bastante limitada (e não necessariamente é a opção mais econômica), é fundamental dispor de outros métodos de pagamento durante a viagem. Para evitar perdas e surpresas na conversão, vale observar as taxas — especialmente o spread cambial —, que pode fazer diferença no valor final que você vai gastar em real.¹⁹
| Método de pagamento | Spread / tarifa de conversão | IOF |
|---|---|---|
| Cartão de crédito internacional²⁰ ²¹ | 5% a 7% | 3,5% |
| Cartão de débito internacional / Conta global ou multimoeda | 0,75% a 2% | 3,5%* |
| Dinheiro em espécie (casas de câmbio no Brasil)** | 5% a 7% | 3,5% |
*Conversões para contas com finalidade de investimento pagam 1,1% de IOF.
**Sacar dinheiro na Europa com um cartão de débito internacional, vinculado a uma conta multimoeda, pode ser uma alternativa para ter dinheiro em espécie — mas é importante ficar atento a eventuais taxas para saque.
Para quem quer economizar nos pagamentos na Europa, a opção com melhor custo-benefício costuma ser uma conta global. A Wise, por exemplo, oferece uma conta multimoeda gratuita, que permite manter saldo em mais de 40 moedas, incluindo euro (EUR), libra esterlina (GBP) e franco suíço (CHF) , com conversão pela taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e com tarifas reduzidas.
💡VOCÊ SABIA? Com a Wise, você tem a possibilidade de fazer o saldo em euro e libra esterlina render, pagando IOF reduzido (1,1%) na conversão a partir do real — e usar o saldo quando quiser, inclusive no mesmo dia.*
A plataforma disponibiliza gratuitamente um cartão de débito internacional sem anuidade, que pode ser usado para realizar pagamentos e saques na Europa. E você também pode cadastrar esse cartão em uma carteira digital, como Google Pay ou Apple Pay, e usar o smartphone para pagar por aproximação.
Não é possível fazer um Pix diretamente de uma conta bancária europeia para uma conta brasileira. O Pix opera exclusivamente dentro do sistema financeiro nacional — e não se comunica de forma nativa com bancos ou sistemas de pagamento de outros países.² ³
Mas, se você tem uma conta brasileira, está em viagem pela Europa e precisa fazer um Pix para o Brasil, não tem problema. Nesse caso, basta abrir o aplicativo do seu banco e fazer o pagamento ou transferência — do mesmo modo que você faria se estivesse em solo brasileiro.²²
Se esse não é o seu caso, plataformas especializadas em transferências internacionais podem ser a solução — elas viabilizam o envio de dinheiro entre países europeus e o Brasil de forma prática e econômica. Com a Wise, por exemplo, o dinheiro costuma chegar ao destinatário em segundos.
A Europa não tem um único equivalente ao Pix — cada país desenvolveu sua própria solução de pagamento instantâneo, e há uma iniciativa regional em expansão que busca conectar todos esses sistemas: o Wero.²³
Desenvolvido pela European Payments Initiative (EPI) — um consórcio de bancos privados europeus —, o Wero foi lançado em 2024 na Alemanha, França e Bélgica. E, de acordo com comunicado oficial da EPI, a iniciativa firmou um memorando de entendimento com outras soluções europeias de pagamento para avançar na integração de pagamentos transfronteiriços até 2027.²⁴
Uma diferença estrutural importante em relação ao Pix — enquanto o Pix foi criado e é operado pelo Banco Central do Brasil, uma autoridade pública, o Wero é uma iniciativa de um consórcio bancário privado. Isso influencia diretamente a velocidade de adoção e o alcance do sistema.
Veja a seguir alguns exemplos de sistemas de pagamento instantâneo em uso na Europa:
| País | Sistema local | Mantido por |
|---|---|---|
| Portugal²⁵ ²⁶ | MB Way | SIBS |
| Espanha²⁷ | Bizum | Consórcio de bancos espanhóis |
| França | Wero | EPI |
| Alemanha | Wero | EPI |
| Bélgica | Wero | EPI |
| Holanda | Wero (migração do iDEAL)²³ | EPI |
| Itália²⁸ | Bancomat Pay | Bancomat S.p.A. |
Quem precisa movimentar dinheiro entre Brasil e Europa sabe que transferências internacionais podem sair caro — em meio a taxas de câmbio desfavoráveis e tarifas pouco transparentes praticadas no mercado. Para economizar, é preciso adotar estratégias inteligentes de câmbio.
Com a Wise, seu dinheiro é convertido pela taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e com tarifas reduzidas, o que permite economizar nas transações. Para quem está no Brasil, a transferência pode ser paga via Pix.
A plataforma informa todas as taxas envolvidas de forma transparente, permitindo que você saiba exatamente quanto vai pagar e quanto o destinatário vai receber. E você ainda recebe suporte personalizado e ganha um desconto na tarifa se movimentar grandes quantias.
Enviar dinheiro para o exterior com a Wise é muito rápido. O valor transferido geralmente chega em segundos!
Na calculadora abaixo, você pode escolher o valor, a moeda e fazer uma simulação:
Além disso, ao abrir gratuitamente uma conta na plataforma, você pode:
A Wise também oferece o Rende+, um serviço que permite investir em moedas fortes como euro (EUR) e libra esterlina (GBP), pagando IOF reduzido, e usar o dinheiro enquanto ele rende*!
Agora você já sabe como funciona o Pix na Europa — e que pode contar com a Wise para movimentar seu dinheiro fora do país de forma prática, econômica e segura.
O Rende+ é oferecido pela Wise Assets UK Ltd, uma subsidiária da Wise Payments Ltd, em parceria com a Genial Corretora DTVM no Brasil. Investimentos podem flutuar e o seu capital está em risco. O IOF de 1,1% é aplicado na conversão de BRL para um saldo com investimento. O conteúdo deste artigo é de caráter estritamente informativo. Esteja ciente de que nós não fornecemos orientações sobre investimentos, e você pode ser responsável pelos impostos sobre quaisquer ganhos. Caso não tenha certeza, procure orientação de profissionais qualificados. Para saber mais sobre os fundos, visite o nosso site.
Fontes consultadas:
Fontes consultadas pela última vez em: 29/04/26
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